Condições mais avaliadas
- Tendinites e tenossinovites de ombro, cotovelo e punho.
- Síndrome do túnel do carpo e outras compressões nervosas.
- Lombalgias e cervicalgias com relação alegada ao trabalho.
- Hérnias de disco em atividades com carga ou vibração.
Por que avaliar o posto de trabalho
O nexo de uma LER/DORT depende do que a pessoa fazia, com que frequência, com quanta força e em que postura. Por isso, a análise médica é combinada com a análise ergonômica feita pela engenharia de segurança do trabalho, com base na NR-17.
| Parte da análise | Quem faz |
|---|---|
| Diagnóstico, evolução e capacidade laboral | Médico |
| Tarefas, repetitividade, força, postura, pausas e organização do trabalho | Engenheiro de segurança do trabalho |
| Conclusão sobre nexo, concausa ou ausência de nexo | Médico, com base nas duas análises |
Doenças degenerativas
Muitas alterações de coluna e articulações são degenerativas e aparecem com a idade. Isso não exclui, por si só, a relação com o trabalho: o trabalho pode ter agravado o quadro, o que caracteriza concausa. A análise técnica é que diferencia uma situação da outra.
Perguntas frequentes
Exame de imagem com alteração comprova a LER/DORT?
Não sozinho. Alterações de imagem são comuns mesmo em pessoas sem sintomas. O diagnóstico combina exame clínico, imagem e história ocupacional.
A empresa tinha AET. Isso afasta o nexo?
Não necessariamente. O que importa é se a análise ergonômica reflete as condições reais de trabalho e se as medidas foram aplicadas.
É possível avaliar o posto se a função mudou?
Sim, por meio de documentos, descrição da função, vídeos e, quando autorizado, vistoria de postos semelhantes.
LER/DORT dá estabilidade no emprego?
Quando reconhecida como doença ocupacional e preenchidos os requisitos legais, pode gerar estabilidade. A análise jurídica cabe ao advogado.